segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

OLIMPIC NOVA SAUDE - 1,2 e 3 Dorm com suite - Antecipe-se ao lançamento





                                                                    2 dorm. ( 1 suite )
                
      
                      2 dorm.               

                                                          3 dorm. ( 1 suite )


Apartamento São Paulo Olimpic MBigucci

Completo em todos os sentidos. A Nova Saúde merece um empreendimento como esse. Você também.

Inspirado em você, o Olimpic é um empreendimento único, especial e sofisticado onde você e sua família poderão desfrutar os melhores dias de suas vidas.

Projetado para combinar amplos espaços com privacidade, segurança e lazer, morar no Olimpic é a mais perfeita tradução de viver com qualidade de vida em uma localização especial, com tudo o que você precisa para o seu dia a dia ser completo.

Um lugar que tem tudo ao seu alcance. Até um novo conceito de moradia exclusivamente para você.


Projeto: Mauricio da Silveira Vera

Dormitórios: 2 e 3 - 1 suíte(s)

Vagas de garagem: 1

Área privativa: 45, 56 e 65 m²

Área do terreno: 5.648,70 m²

Total de unidades: 210

Paisagismo: Verdi Salerno Arquitetura
Design de Interiores: José Carlos de Paula Luz
Estilo de Fachada: Contemporânea


  • Salão de Jogos Infantil
  • Salão de Jogos Adulto
  • Playground
  • Quadra Recreativa
  • Salão de Festas
  • Brinquedoteca
  • Piscina Adulta
  • Piscina Infantil
  • Solarium
  • Fitness
  • Espaço Mulher
  • 02 Churrasqueiras com pergolado
  • Forno de pizza


      Quer mais informações sobre este empreendimento ?
   
      Envie e-mail para rf.consultoriadeimoveis@gmail.com
                                      ou
     Ligue para FIORI  (11) 9700 0804











sábado, 25 de fevereiro de 2012

Brasil é 2º em ranking mundial de valorização imobiliária


O preço dos imóveis subiu 27,82% em 2011 e só não superou a alta registrada na Índia, mostra pesquisa

Construção em São Paulo: preços dos imóveis têm a segunda maior alta do mundo

 São Paulo – Os imóveis no Brasil tiveram uma valorização nominal de 27,82% em 2011, a segunda maior do mundo. Segundo pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países (veja abaixo):

   
 O ranking revela que a alta dos imóveis no Brasil e na Índia não tem qualquer paralelo com o que está acontecendo nos demais mercados ao redor do mundo. Descontando a inflação da variação do preço dos imóveis, houve desvalorização em 22 dos 35 países pesquisados. Além disso, em 21 países o desempenho do mercado imobiliário foi pior do que no ano anterior. Os números do quarto trimestre foram ainda piores. Houve alta real de preços em apenas 10 dos 35 países.

 O site Global Property Guide atribui a desvalorizações dos imóveis na maioria dos mercados pesquisados ao fraco crescimento econômico mundial, às preocupações com o elevado endividamento dos países ricos, à baixa confiança do consumidor e ao alto desemprego em diversas nações.
 Já a situação no Brasil seria oposta porque a economia vai bem. O Banco Central está em meio a um ciclo de redução das taxas de juros – o que sempre é positivo para o mercado imobiliário. As incorporadoras também costumam explicar as altas de preços com o aumento dos custos de construção, já que mão de obra, terrenos e materiais de construção são hoje muito mais caros do que eram há alguns anos.

Por último, especialistas do mercado imobiliário também costumam apontar a desinformação de muitos compradores como fator de pressão sobre os preços. Os imóveis nas principais cidades brasileiras mais do que dobraram de preço nos últimos cinco anos. No imaginário de alguns investidores, os imóveis se transformaram em sinônimo de bom negócio.
 O que muita gente se esquece em épocas de euforia é que, da mesma forma que os preços sobem, também podem descer. A Ásia é um bom exemplo disso. Segundo  a pesquisa da Global Property Guide, com exceção da Índia, os preços estão acomodados ou até mesmo em queda na região, que foi a queridinha dos investidores globais na década passada.
 As valorizações em Hong Kong, Cingapura e China foram bem menores em 2011 do que no ano anterior. Já em Tóquio e Taiwan, houve recuo de preços. As desvalorizações ocorreram mesmo com a região ainda em um momento econômico favorável, o que levou o Global Property Guide a afirmar que o “boom imobiliário na Ásia acabou”.
A Europa é outra região que prova que os preços podem cair – em alguns casos, de forma acentuada. Espanha, Grécia e Irlanda apresentaram péssimos resultados neste ano. O alto endividamento e a falta de confiança dos investidores reforçam a percepção de que a Europa entrará em nova recessão em breve – o que sempre tende a enfraquecer o mercado imobiliário ainda mais do que outros setores da economia.

Quer opções de imóveis em São Paulo,

envie e-mail para: rf.consultoriadeimoveis@gmail.com
ou ligue (11) 9700 0804 - fale com FIORI


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Investimento em imóvel comercial atrai jovens

O investidor de pequenas salas comerciais, que compra imóveis na capital paulista para alugar ou revender, ficou mais jovem e tem renda menor do que há cinco anos, informa reportagem  publicada na edição desta segunda-feira.
Um estudo feito  para  mostra que o público que procura imóveis nesse perfil tem, em média, 43 anos e renda familiar mensal de R$ 23 mil.
Há cinco anos, a idade média superava os 50 anos e a renda familiar era o dobro.



Os investidores eram quase sempre empresários bem sucedidos --havia pouco espaço para assalariados. Agora, 25% são executivos contratados por companhias.
O estudo considerou os compradores de empreendimentos da imobiliária em 36 bairros da cidade.

Conheça opções de consultórios e salas comerciais
envie e-mail para: rf.consultoriadeimoveis@gmail.com 
ou ligue: (11) 9700 0804
Fale com FIORI

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Imóveis compactos apostam em funcionalidade e sofisticação - comodidade de morar perto do trabalho



Apartamentos pequenos ganham a preferência dos moradores que trocam espaço de sobra pela comodidade de morar perto do trabalho

Área de lazer a 42 metros do chão: atrativos como estes vem sendo usados para promover os salgados apartamentos compactos lançados em São Paulo
São Paulo - Em grandes centros como São Paulo, passar horas no trânsito no trajeto de casa para o trabalho costuma ser comum. De olho no público que deseja livra-se do stress e das horas perdidas, as construturas vêm lançando cada vez mais apartamentos de pequeno porte, muitas vezes limitados a 35m².

"O morador que procura um apartamento com essa tipologia procura estar em um lugar central, onde possa ter acesso a uma gama de serviços e restaurantes", diz Ricardo , diretor de incorporação . "O empreendimento também deve oferecer uma área de lazer muito completa para compensar a falta de espaço em casa", completa.
Tanta comodidade tem preço. De um lado, a construção de inúmeras áreas de uso comum, como lavanderia, piscina, espaço gourmet, brinquedoteca e academia, eleva o preço do metro quadrado para as alturas. Além disso, como a demanda por estes imóveis costuma ser alta - já que o preço do aluguel é acessível a mais compradores quando comparado com o valor cobrado por apartamentos maiores - a valorização sofrida ao longo do tempo também é expressiva.
Segundo o índice FipeZap, imóveis de apenas um dormitório em São Paulo ficaram 128% mais caros de janeiro de 2008 a setembro deste ano, o maior aumento registrado entre todos os segmentos. No mesmo período, os apartamentos com quatro ou mais quartos subiram 81%.

Conheça opção no Ibirapuera

Studio
Loft
Duplex

Lazer na cobertura

Fiori
rf.consultoriadeimoveis@gmail.com
fone: (11) 9700 0804
        
 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

IDADE MÉDIA DOS MUTUÁRIOS DA CASA PRÓPRIA É CADA VEZ MAIS BAIXA



Segundo a Caixa, mais da metade dos financiamentos imobiliários é para pessoas com menos de 35 anos.

Aumentou a quantidade de financiamento para jovens e para a classe CSão Paulo – O crescimento do mercado imobiliário do país tem colaborado para que os brasileiros consigam comprar a casa própria cada vez mais cedo. A idade média dos mutuários de financiamentos imobiliários tem caído consideravelmente ao longos dos últimos anos. A Caixa Econômica Federal, banco que financia a compra de cerca de 75% dos imóveis do país, informou que, até o final do ano passado, 42% dos mutuários do banco tinham menos de 35 anos de idade. No primeiro semestre deste ano, esse percentual subiu para 55%.

Assim como os jovens, mutuários da chamada classe C, com renda familiar mensal entre R$ 1.115 e R$ 4.807, também têm aumentado a participação nos financiamentos. Em 2001, respondiam por 26% dos contratos com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Este ano, já são 80%.
Os dados foram apresentados hoje (11) pelo vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa,  durante a divulgação do balanço semestral do banco estatal. Para ele, a melhora das condições de financiamento e da economia nacional são as causas da mudança. “As pessoas estão conseguindo comprar sua casa mais cedo e, também, estão com mais coragem para assumir um compromisso de longo prazo. Isso é confiança na economia”, disse .
Essa melhora nas condições de financiamento se deve, em parte, à maior oferta dessa modalidade de crédito. Só a Caixa, por exemplo, aumentou 18 vezes o volume de recursos destinados a essas operações desde 2003. Naquele ano, o banco financiou R$ 5,1 bilhões em imóveis. Este ano, espera financiar mais de R$ 90 bilhões.
Só nos últimos 12 meses, a carteira de crédito imobiliário da Caixa cresceu 48,8%, chegando a R$ 129,3 bilhões. Desde janeiro, foram contratados R$ 45 bilhões em financiamentos, de acordo com o presidente do banco.
O presidente disse que a carteira de crédito total da Caixa cresceu 38% em 12 meses, atingindo R$ 205,9 bilhões. Esse crescimento, principal responsável pelo lucro de R$ 2,3 bilhões do banco no primeiro semestre do ano, deve ser mantido, mesmo com um possível agravamento da crise mundial.
O presidente garantiu que a Caixa está preparada para enfrentar a crise. Disse que, assim como em 2008, o banco analisa a possibilidade de ampliar a concessão de empréstimos caso os bancos privados reduzam o crédito. “Não vamos antecipar uma crise que ainda não chegou. Mas, se os bancos privados recuarem, nós vamos ganhar mercado”, disse.

Consultórios e Salas Comerciais Vila Nova Conceição

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Personalização é vantagem de comprar imóvel na planta - conheça opção no ibirapuera


 

Personalização é vantagem de comprar imóvel na planta

Solução evita necessidade de reforma após entrega do imóvel e conta com a garantia da construtora

 
Imovelweb

O consumidor economiza pois não paga duas vezes pelo mesmo serviço, como acontecia antes
A possibilidade de escolher dentre algumas opções de planta aquela que será a melhor para você e sua família é uma das vantagens de comprar imóvel antes da construção. Preocupadas em atender os anseios e necessidades específicas dos compradores de imóveis, construtoras e incorporadoras tem investido na personalização de imóveis desde as plantas.

Segundo a arquiteta paulista Renata Marques, com larga experiência no trabalho com as grandes incorporadoras no gerenciamento de projetos desta natureza, afirma que a principal vantagem deste tipo de aquisição é a garantia da execução do trabalho e cumprimento de prazos pela empresa responsável pela obra. “É sem dúvida uma situação interessante para o comprador, que recebe o imóvel pronto com todos os opcionais escolhidos, contando ainda com a garantia da construtora”, avalia.

A solução é atraente, pois assegura que as alterações solicitadas sejam realizadas ainda na fase de planejamento da planta. Há uma economia por parte do consumidor, que não precisa pagar duas vezes pelo mesmo serviço, como acontecia no passado. “No processo anterior, o cliente precisava aguardar a entrega do imóvel para modificá-lo através de reforma. Era necessário quebrar os acabamentos e, muitas vezes, mexer na estrutura do imóvel para transformá-lo de acordo com o desejo do proprietário”, diz Renata.

Incentivando a personalização durante o processo de construção, as incorporadoras facilitam a vida do dono do imóvel e ainda geram economia, uma vez que eles podem optar na fase de projeto pelo tipo de acabamento, por exemplo, que vão querer ver na obra terminada. Outra vantagem é não perder a garantia do imóvel - quando se opta pela reforma, depois do imóvel pronto, o cliente perde a garantia por serviços como a impermeabilização do piso, encanamentos, instalação elétrica, entre outros.

Renata explica que este tipo de customização dos ambientes costuma ser oferecida em kits, em que o consumidor deve escolher uma entre diferentes opções pré-selecionadas pela responsável pela obra. Para os empreendimentos de alto padrão costuma existir a possibilidade da personalização completa, em que o proprietário decide todos os detalhes da obra e ainda pode destinar um arquiteto de sua escolha para acompanhar o processo, sempre em conjunto com a construtora, que supervisiona o projeto.

A arquiteta ressalta que para o sucesso deste tipo de acordo é muito importante o cliente entender quais as especificações básicas que fazem parte do memorial descritivo de venda para que possa escolher as especificações sugeridas. “Em caso de futura reclamação uma das únicas garantias do cliente é o memorial descritivo de venda”, adverte.
         

HOME DESIGN IBIRAPUERA

Breve lançamento, para mais detalhes do projeto.

envie e-mail para : rf.consultoriadeimoveis@gmail.com
ou ligue para FIORI (11) 9700 0804

                                                        

 

AEROPORTO ( SETIN ) SALAS COMERCIAIS

Aguarde breve lançamento.

Para detalhes do projeto ( ficha técnica e Imagens )

envie e-mail para : rf.consultoriadeimoveis@gmail.com


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Como ficará o preço dos imóveis em 2012


Especialista diz que o grande aumento de preços já aconteceu e aposta em um ritmo menor de valorização
 
A estabilização, no entanto, não significa que os preços vão começar a cair

São Paulo - Após alcançar valorização de até 100% em alguns bairros, os preços do mercado imobiliário começam a apresentar um ritmo de evolução menor. Em dezembro, os imóveis na capital paulista tiveram alta de 1,4%, o menor valor registrado desde maio de 2011, dando indícios de que o mercado se prepara para alcançar um equilíbrio.

A estabilização, no entanto, não significa que os preços vão começar a cair, pelo menos não na opinião de Marcos França, diretor comercial da Requadra Desenvolvimento Imobiliário. “Acredito que o valor dos imóveis subirá num ritmo menor do que o que aconteceu nos últimos anos, por exemplo, quando a procura por residências foi muito alta e os produtos se esgotavam rapidamente”, diz.

Segundo França, a tendência é que os preços dos imóveis acompanhem, no mínimo, a inflação. “Nunca vi o preço de um imóvel desvalorizar. Os valores dos imóveis acompanham, pelo menos, a inflação do período”.

De acordo com o executivo, o grande aumento dos preços já aconteceu e a influência desta valorização nas vendas é nítida, mas prevista. “Por conta do novo momento que estamos passando neste mercado, notamos uma enorme diminuição dos compradores especulativos que participavam da compra e venda das unidades esperando a rápida valorização. Agora estamos tratando de fato com os futuros moradores”, explica.

Para o diretor, o comprador pode até encontrar imóveis que tenham sofrido queda nos preços, mas apenas em casos pontuais. “Não podemos falar em desvalorização, o que pode acontecer é do cliente achar um imóvel que tenha sofrido queda do preço por algum motivo em especial, mas isoladamente. Os valores já estão em um novo patamar e a oferta de crédito já está mais seletiva, o que é saudável para evitarmos as famosas bolhas imobiliárias”, explica. 


Conheça opções de lançamentos
acesse:


AKI.LANCAMENTOS.IMOVEIS

Inquilinos trocam aluguel por casa própria

Compra de imóvel é principal motivo para devolução das chaves da unidade alugada para o locador
 
Um em cada quatro inquilinos de São Paulo que devolve as chaves aos locadores informa ter comprado um imóvel próprio para morar
São Paulo - Trocar o aluguel pela prestação da casa própria é um sonho de consumo que tem se tornado realidade para muitos brasileiros. Segundo a administradora imobiliária Lello, um em cada quatro inquilinos da cidade de São Paulo que devolve as chaves da unidade aos locadores informa ter comprado um imóvel próprio para morar.
  • | Outros 18% entregam as chaves do imóvel alugado porque vão morar em outra cidade ou estado, e em 15% dos casos o proprietário pede a unidade de volta para uso próprio ou para revenda.
O levantamento apontou ainda que 10% dos locatários que entregaram as chaves alegam mudança para um imóvel mais próximo de seus locais de trabalho, 9% alugam um imóvel maior, 5% vão morar em imóveis menores, 4% alegam valor alto do aluguel e apenas 3% informam que dificuldades financeiras como motivo para o rompimento do contrato. Nos restantes 10% das desocupações são alegados motivos diversos.
A pesquisa considerou as razões para a desocupação do imóvel declarada pelos ex-inquilinos em formulário preenchido no ato de entrega das chaves entre janeiro e novembro de 2011.
“Os imóveis desocupados por inquilinos que compraram a casa própria são, no geral, realugados rapidamente, porque o mercado de locação continua bastante aquecido. Dependendo da localização, número de dormitórios e estado de conservação, há unidades que são alugadas na mesma semana em que são disponibilizadas

Conheça opções de imoveis de 1,2 e 3 dorm. para fugir do aluguel

rf.consultoriadeimoveis@gmail.com