quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

OFERTA, DEMANDA E PREÇOS DE IMOVEIS FICARÃO EQUILIBRADOS EM 2012

Para especialista, valorização está próxima do limite e tendência é que mercado caminhe para a estabilidade
 O crescimento da renda, do emprego e do crédito descortinou o sonho da casa própria para uma nova parcela da população, gerando um aumento de demanda sem precedentes
São Paulo - A alta nos preços dos imóveis é fruto do momento de prosperidade econômica nacional e da lei que rege o mercado: quanto maior a procura, mais os preços aumentam.
Felizmente, para o consumidor, essa valorização não é infinita: o limite está no bolso, na capacidade de pagamento do próprio cliente e Thomaz Assumpção, diretor da Urban Systems, acredita que o equilíbrio está próximo. Segundo ele, oferta, demanda e preços devem se equilibrar a partir de meados de 2012.

De olho nesses novos consumidores, as grandes construtoras nacionais querem garantir terrenos para continuar lançando empreendimentos e muitas têm dinheiro em caixa para esse fim em função de recente abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
O número de lançamentos cresce e, com a disputa, terrenos bem localizados se valorizam de forma rápida, consequentemente, o preço final do imóvel também sobe.
Em São Paulo, o preço do metro quadrado de área útil praticado em 2006 era de R$ 2.846, valor 32% menor que o projetado para 2011 - R$ 5.103. Para Assumpção, no entanto, a subida nos preços não se sustenta por muito mais tempo, já que os valores altos causados pela procura começam a inviabilizar a demanda que depende de financiamento.

Com a queda na velocidade de venda, as construtoras e incorporadoras contam com menos dinheiro para investir e a taxa interna de retorno cai. Os investidores, responsáveis por boa parte das vendas nos lançamentos, começam a se afastar e o estoque de unidades aumenta.
Por conta disso, o especialista acredita que a tendência, a partir de agora, é que a situação do mercado caminhe para a estabilidade, devendo se equilibrar a partir de meados de 2012.
Fora do Brasil isso já acontece. O mercado imobiliário internacional deverá continuar a derrapar em 2011, ainda que melhoras sutis aconteçam. Nos Estados Unidos, o valor das casas deve cair 2%, metade dos 4% registrados no ano passado. Já no Reino Unido a previsão de valorização é de 3%, valor ainda abaixo do pico de 2007.
Sem risco de bolha imobiliária
A situação por que passa o país não tem as características da bolha imobiliária que aconteceu nos Estados Unidos. Por aqui, o aquecimento do mercado imobiliário deve-se à demanda e ao financiamento, enquanto apenas o segundo fator era relevante por lá, o que levou a dívidas que não puderam ser pagas.
É normal que nesse momento de prosperidade econômica a população se endivide um pouco mais, mas o brasileiro ainda tem poucas dívidas: de 8 a 10% do PIB, contra os 68% registrados dentre o povo americano no meio da bolha. E a taxa de desemprego é baixa no país, o que garante o pagamento dessas dívidas.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Região da Chucri Zaidan deve virar o principal polo comercial de alto padrão de São Paulo




O bairro que você já conhece está mudando e está ficando muito melhor. A revitalização da região está

 acontecendo e está trazendo a melhor união entre modernidade, conforto e qualidade de vida. Veja:

- Retirada de todas das favelas no entorno da Av. Jornalista Roberto Marinho

- Construção e entrega do mais novo cartão postal de SP, a ponte Estaiada

- Expansão da Linha 5 (Lilás) do metrô que foi entregue em 2002 e agora o segundo trecho a ser

 construído deverá atender uma demanda de, aproximadamente, 600 mil passageiros/dia útil e ligará a

 Estação Largo Treze à Estação Santa Cruz (Linha 1-Azul) e à Estação Chácara Klabin (Linha 2-Verde).

 Serão mais 11 estações: Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista, Borba Gato, Brooklin, Campo Belo,

 Ibirapuera, Moema, Servidor, Vila Clementino, Santa Cruz e Chácara Klabin. Serão mais 11,4 km de via a

 serem implantados com previsão de conclusão em 2014

. - Interligação da Água Espraiada com a rodovia Imigrantes.

- Operação Urbana Água Espraiada que prevê a expansão da Av. Chucri Zaidan interligando com a av.

 João Dias e a criação de uma nova ponte sobre a marginal Pinheiros na região do Panamby.

- Obras já em andamento de mais 650.000 m² de novos escritórios e lajes coorporativas na região da

 Berrini, Churcri Zaidan, Chácara Sto. Antônio, trazendo novas empresas para a região, aumentando o

 números de novos funcionários e empresários na região e a demanda por novos imóveis para venda ou

 locação na região do Brooklin nos próximos anos devido a proximidade com essas empresas e ao metrô,

 fazendo com que ocorra valorização dos imóveis e do valor de locação.

Não perca essa oportunidade! Faça parte desse grande sucesso!

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A EUFORIA CONTINUA NOS IMÓVEIS



Casas, apartamentos, escritórios e fundos imobiliários que aplicam em hotéis valorizaram até 62% no último ano
O risco é haver uma desaceleração mais forte da economia, provocada pela piora da crise mundial, o que reduziria a procura por escritórios. “No mercado imobiliário, o setor de escritórios é o mais sensível a um desaquecimento econômico porque as empresas costumam se ajustar rapidamente a mudanças de expectativa”, diz André Rosa, diretor da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle.

Residências
os preços das casas e dos apartamentos nas principais cidades do país subiram, em média, 25% em 12 meses, de acordo com a pesquisa EXAME/Ibope. Foi uma valorização superior à registrada nos 12 meses anteriores, mas números recentes do setor indicam que a alta generalizada de preços pode perder força daqui para a frente.
Em São Paulo — onde fica o bairro que mais valorizou no período, Perdizes —, as vendas de imóveis novos caíram 50% no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2010.
“Quem for aplicar nesse mercado nos próximos meses deve procurar bairros em que haja escassez de terrenos, como Leblon, no Rio de Janeiro, e onde não exista previsão de lançamento de novos condomínios”, diz o economista Luiz Roberto Calado, autor de livros sobre imóveis.
Para correr menos risco
Quem quer correr menos riscos no mercado imobiliário pode optar pelos títulos de renda fixa Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Ambos são isentos de imposto e é possível investir neles com 10 000 reais, embora haja mais alternativas acima de 100 000 reais.
A LCI aplica em créditos imobiliários e conta com a garantia do banco que emite o título — se algo der errado, a instituição garante o principal e o rendimento. O retorno médio é de 12% ao ano.
O CRI investe em títulos que representam valores que uma empresa tem a receber, como pagamentos de aluguéis. Não há a garantia do banco, mas o rendimento é maior, de 14%. Há CRIs que pagam a variação da inflação mais 8,5% ao ano.

ALUGUÉIS NOVOS TEM ALTA DE 19% EM SÃO PAULO

 

Alta é a maior desde que o Secovi iniciou o levantamento em 2005 

VEJA SÃO PAULO

O preço do aluguel de imóveis novos subiu em média 2,2% em outubro em São Paulo
São Paulo - Os custos de contratos novos de locação na cidade de São Paulo subiram em média 2,2% no mês de outubro em relação a setembro, segundo pesquisa feita pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Considerando os últimos 12 meses, a alta acumulada é 19,66%. Essa é a maior elevação para o período de um ano, desde que a pesquisa começou a ser feita, em janeiro de 2005.
 Para Francisco Virgilio Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, “isso mostra que não há um estoque suficiente de imóveis para se alugar na cidade, situação que não deve ser revertida em curto prazo”.
O maior índice de aumento foi encontrado nos imóveis com um ou dois quartos, que subiram no mês passado, em média, 3% e 2,5%, respectivamente. Apartamentos e casas de três dormitórios não apresentaram variação em outubro.
Para os contratos de aluguel em andamento, com aniversário em novembro e atualização pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), o reajuste será 6,95%. Esse percentual, segundo o Secovi, demonstra tendência de redução da taxa acumulada do ano.
Entre as modalidades de garantia locatícia, a mais utilizada em outubro foi o fiador, que respondeu por 47,5% dos novos contratos. Em seguida aparece o depósito antecipado de três meses de aluguel, que foi a garantia apresentada em 32% das locações. O seguro-fiança foi responsável por pouco mais de um quinto (20,5%) dos casos.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SÓ 0,8% DOS ESCRITORIOS ESTÃO DESOCUPADOS NA CIDADE DE SÃO PAULO





Ao considerar o mercado de São Paulo - que engloba a cidade de São Paulo mais a região de Alphaville - essa taxa sobe para 3,9%


A região da Berrini possui 4% de vacância, enquanto regiões como Faria Lima, Itaim, Marginal Pinheiros, Paulista e Vila Olímpia têm taxas bem próximas de zero
São Paulo - A cidade de São Paulo alcançou taxa de vacância de 0,8% para escritórios corporativos de classes A e A+, no segundo trimestre do ano. Levantamento da Colliers International Brasil, aponta que o este é o sétimo trimestre consecutivo de queda na capital paulista. Ao considerar o mercado de São Paulo (que engloba a cidade de São Paulo mais a região de Alphaville) essa taxa sobe para 3,9%. Alphaville conta com a maior taxa de vacância, 27,6%, e possui atualmente 50 mil metros quadrados disponíveis.

Em relação à cidade de São Paulo, a região da Berrini, na zona sul, possui 4% de vacância, enquanto regiões como Barra Funda, Chácara Santo Antônio, Faria Lima, Itaim, Marginal Pinheiros, Paulista, Roque Petroni e Vila Olímpia têm taxas bem próximas de zero.
Quando comparada a outros mercados da América Latina e do mundo, a taxa de vacância paulistana aparece como a mais baixa, explicando os altos valores cobrados na cidade. Em Londres, por exemplo, a taxa de vacância de escritórios de alto padrão é de 5,0%; no Rio de Janeiro, de 4,6%; em Hong Kong, de 3,1%; em Genebra, de 2,5%, e Lima, de 2,3%.
A redução da vacância em São Paulo fez com que os valores médios de locação apresentassem um acréscimo de 6,7% em relação ao trimestre anterior. A região da Faria Lima, uma das mais caras da cidade, alcançou a marca de R$ 200,00 o metro quadrado em um de seus empreendimentos. Esse valor só foi registrado no Brasil na região do Leblon, no Rio de Janeiro.
Segundo a pesquisa , entre as dez regiões de escritórios corporativos de classes A e A+ analisadas, metade apresenta valores de locação acima da média do mercado, que é de R$ 111,50 o metro quadrado. São elas: Marginal Pinheiros, Vila Olímpia, Paulista, Itaim e Faria Lima.

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Brooklin
Chacara Santo Antonio
Vila Mariana
Pinheiros
Barra Funda
Paulista
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Pompeia
Faria Lima
Morumbi
Santo Amaro
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Alphaville

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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