Imóveis Comerciais e Residenciais Prontos em construção e Lançamentos. Zona Sul e Litoral de São Paulo
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
LOJAS NA BARRA FUNDA PROXIMO AO FORUM
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Aptos de 57 a 73 m² - ao lado do Shopping Jardim Sul - lançamento - Valores
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Crescimento econômico vertiginoso do Brasil está atraindo americanos
The new york times
Refletindo sobre as tempestades financeiras que açoitam a Europa e os Estados Unidos, Seth Zalkin, um
banqueiro americano vestido de modo casual, bebia em uma pequena xícara e parecia contente com sua
decisão de se mudar para cá em março, juntamente com sua esposa e filho.
“Se o resto do mundo está indo para o buraco, este é um bom lugar para se estar”, disse Zalkin, 39 anos.
Para aqueles com mesmo uma vaga lembrança da própria crise da dívida do Brasil nos anos 80, a ordem global
parece ter virado de cabeça para baixo. A economia americana pode estar rastejando, mas o Brasil apresentou
sua maior taxa de crescimento em mais de duas décadas no ano passado e o desemprego está em níveis baixos
recordes, parte da transformação do país de uma pilha de nervos inflacionária em um dos principais credores de
Washington.
Com salários rivalizando os de Wall Street, tantos banqueiros, administradores de fundo hedge, executivos do
petróleo, advogados e engenheiros estrangeiros se mudaram para cá que os preços dos espaços de ponta para
escritórios ultrapassaram os de Nova York neste ano, tornando o Rio uma das cidades mais caras para se alugar
nas Américas, segundo a imobiliária Cushman & Wakefield.
A mentalidade de corrida do ouro está a pleno vapor, com os pedidos de permissão de trabalho para
estrangeiros aumentando 144% nos últimos cinco anos e os americanos liderando o grupo de profissionais com
ensino superior disputando seu espaço.
Empresários há muito são atraídos pelo Brasil, juntamente com homens com desejo de enriquecer rapidamente,
sonhadores com a grandeza do Amazonas e até mesmo fora-da-lei como Ronald Biggs, o inglês que fugiu para
cá após o Grande Roubo de Trem de 1963.
Mas agora as escolas que atendem aos americanos e outras famílias de língua inglesa apresentam longas listas
de espera, os apartamentos podem custar US$ 10 mil por mês em áreas nobres do Rio e muitos dos recémchegados
possuem diplomas da elite das universidades americanas ou experiência de trabalho nos pilares da
economia global.
Assim que chegam aqui, eles encontram um país diante de um desafio muito diferente do que os Estados Unidos
e a Europa: temores de que a economia esteja aquecida demais.
Um choque em particular para os recém-chegados é a força da moeda brasileira, o real. Isso pode ajudar muitos
brasileiros a comprar apartamentos em lugares como South Beach, em Miami, onde as propriedades custam
aproximadamente um terço de suas equivalentes nos bairros nobres do Rio. Mas também prejudica a indústria e
os exportadores do país.
Assim, em uma tentativa de impedir uma valorização ainda maior, o Brasil atualmente é um dos maiores
compradores de títulos do Tesouro americano, tornando-se um grande credor da economia americana em
dificuldades. Isso representa uma grande mudança em relação ao passado, quando Washington ajudava a
elaborar pacotes de resgate para as crises financeiras do Brasil.
“O Brasil está indo muito bem, mas, honestamente, toda semana eu me pergunto: ‘Quando isto vai acabar?’”
disse Mark Bures, um executivo americano de 42 anos que se mudou para cá em 1999, a tempo de ver uma
desvalorização abrupta da moeda e outras fortes oscilações na sorte do Brasil.
Alguns poucos americanos veteranos até mesmo se lembram do último “milagre” econômico do Brasil, no início
dos anos 70, quando o “The Wall Street Journal” citou um banqueiro entusiasmado no início de um artigo de
primeira página, que previu: “Em 10 anos, o Brasil será uma das cinco maiores potências do mundo”. Em vez
disso, o país acabou com níveis intimidantes de dívida externa.
O recente boom dos commodities e o crescimento do consumo doméstico, resultado do crescimento da classe
média, ajudou a transformar o Brasil em uma potência em ascensão, que se recuperou facilmente da crise
financeira global de 2008. A economia cresceu 7,5% no ano passado e deverá registrar um crescimento de 4%
neste ano –menor, mas ainda assim invejável nos Estados Unidos.
Mas o Brasil oferece muitos desafios aos recém-chegados. A legislação trabalhista favorece a contratação de
brasileiros em vez de estrangeiros, e o demorado processo de obtenção do visto de trabalho pode surpreender
aqueles desacostumados à imensa burocracia brasileira.
Alguns economistas consideram o real brasileiro como sendo a moeda mais sobrevalorizada do mundo frente ao
dólar e a inflação está subindo (como fica evidente pelos Big Macs a US$ 6,16 e martinis a US$ 35). As taxas de
juros permanecem teimosamente altas e os analistas debatem se uma bolha de crédito está se formando, à
medida que os consumidores continuam comprando de tudo, de casas a carros, em financiamentos de muitos
anos.
O Brasil não está imune à turbulência nos mercados globais e sua moeda enfraqueceu um pouco neste mês. Os
imóveis no Rio estão em alta à medida que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 se
aproximam, mas sua infraestrutura é inadequada. O crime violento, apesar de em queda em algumas áreas,
atormenta grandes partes do país e o Rio, que passou por um sequestro traumático de ônibus neste mês.
Mesmo assim os estrangeiros continuam chegando, e os vistos de trabalho para eles saltaram mais de 30%
apenas em 2010, segundo o Ministério do Trabalho.
“Meu português era muito básico, mas dava para ver que havia um boom aqui”, disse Michelle Noyes, uma novaiorquina
de 29 anos que organizou uma conferência de fundo hedge em São Paulo. Logo depois, ela se mudou
para o Brasil, para um emprego em uma firma de gestão de ativos em São Paulo.
“Eu me mudei da periferia do setor para o centro”, disse Noyes, citando cinco outros americanos, dois de Nova
York e três de Chicago, que estão se mudando para o Brasil neste mês para arriscar sua sorte.
Os americanos formam o maior grupo em mudança para cá, seguidos por britânicos e outros europeus. Alguns
possuem trabalhos temporários. Outros estão abrindo empreendimentos grandes e pequenos.
David Neeleman, o fundador americano da JetBlue Airways, criou recentemente a Azul, uma companhia aérea
de baixo custo brasileira. Corrado Varoli, um italiano que supervisionou as operações latino-americanas do
Goldman Sachs em Nova York, agora dirige seu próprio banco de investimento butique em São Paulo. Novas
pontocoms brasileiras, como a Baby.com.br, uma empresa de varejo online de produtos para bebês, foi aberta
neste ano por dois primos americanos, recém-formados em faculdades de administração e negócios como
Wharton e Harvard, às vezes dão ao Brasil uma sensação não diferente daquela dos Estados Unidos em 1999.
Outros estrangeiros arrumam empregos em empresas brasileiras que estão prosperando com o boom
parcialmente criado pelo comércio do Brasil com a China.
“Nossos salários aqui no Brasil são pelo menos 50% maiores do que os salários nos Estados Unidos para
posições estratégicas”, disse Jacques Sarfatti, gerente para o país da Russell Reynolds, uma empresa de
recrutamento de executivos.
Os estrangeiros estão disputando vagas com os brasileiros que voltam do exterior. “Está óbvio que o mercado de
trabalho está muito ruim em outros lugares”, disse Dara Chapman, uma californiana de 45 anos que é sócia de
um fundo hedge do Rio, o Polo Capital. Ela disse que recebe muitos currículos de pessoas nos Estados Unidos
com interesse em se mudar.
As imensas descobertas pelo Brasil de petróleo em águas profundas também atraíram investidores e
estrangeiros, incluindo milhares de filipinos que trabalham em navios e plataformas de petróleo em alto-mar.
Para suas outras indústrias, o Brasil precisa de aproximadamente 60 mil novos engenheiros, parte deles
precisando vir do exterior, dado o atraso do sistema educacional do Brasil.
“Eu vim de Pequim há um ano e encontrei um potencial incrível para desenvolvimento profissional”, disse Cynthia
Yuanxiu Zhang, 27 anos, uma gerente chinesa de uma empresa de tecnologia. “Eu já estou planejando prolongar
minha estadia aqui esta década adentro.”
Myrna Domit, em São Paulo, contribuiu com reportagem.
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FICHA TÉCNICA
Arquitetura: MCAA
Paisagismo: Neusa Nakata
Decoração Área Comum: Fernanda Marques
Terreno: 3.320 m²
Torres: 1
Número de Pavimentos: 20
Unidades por Andar:
1º ao 12º andar – 14 por andar
13º ao 16º – 9 por andar
17º ao 20º – 7 por andar
Total de Unidades Tipo: 222
41 m² - 1 suíte – 1 vaga
55 m² - 2 dorm. (1 suíte) – 1 vaga
84 m² (duplex) - 2 suítes – 2 vagas
LAZER
Todos os itens de lazer que você procura em um empreendimento único.
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- Lavanderia
- Massagem
- Sauna seca
- Descanso
- Fitness
- Salão de festas com gourmet
- Churrasqueira e forno de pizza
- Piscina com raia 25 m
- Piscina lazer
- Solarium
- Deck molhado
- Quadra gramada
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Com valorização, financiar imóvel fica mais vantajoso que poupar!
Com imóveis registrando valorizações de mais de 100% em cinco anos e juros mais baixos, o financiamento imobiliário se tornou uma alternativa mais interessante que a
tradicional poupança para adquirir o bem no futuro. Mesmo aplicando em investimentos de maior risco e maior potencial de ganhos, a rentabilidade pode não superar a valorização do imóvel – quando você achar que já tem o suficiente para negociar um bom desconto à vista, pode descobrir que a casa custa muito mais do que você juntou.
“Se a pessoa deixa de comprar agora para comprar no futuro, é muito incerto. Pode ter uma valorização grande em cinco anos e o que ele economizou vai pagar uma parte menor do que pagaria agora”, afirma José Dutra Vieira Sobrinho, vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil.
Perspectivas
Entre os motivos que provocaram essa valorização, estão a maior oferta de crédito, com juros mais acessíveis e prazos maiores, escassez de terrenos nos centros urbanos, construtoras capitalizadas com ações na bolsa de valores e maior interesse de investidores no mercado imobiliário, tendo em vista a facilidade para alugar ou revender por conta da grande procura. E ainda há espaço para crescer mais, segundo o vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider.
“Uma pesquisa mostrou que o preço médio de um imóvel no Brasil ainda é metade do que na África do Sul e na China. Estimamos que no Rio essa valorização se mantenha pelo menos até a Olimpíada (em 2016). Ainda tem o déficit habitacional muito grande no País, a economia aquecida, que gera mais renda para a população, e mais gente disposta a investir em imóveis”, afirmou. Outros bairros cariocas tiveram valorizações ainda maiores nos últimos cinco anos (confira tabela abaixo).
Em São Paulo o ritmo de valorização também foi forte. Regiões como Santana, Butantã e Brooklin assistiram a uma escalada de 100% a 235% nos preços dos imóveis em cinco anos, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).
A disparada ocorre não só nas metrópoles, de acordo com Bruno Gama, diretor operacional da CrediPronto!. “São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília são as principais, mas a valorização vem muito forte na maioria das praças, com aumentos entre 10% e 35% ao ano, dependendo é claro da demanda e da oferta”, disse.
Oportunidade
Aproveitando o cenário favorável, o funcionário público federal Francisco de Carvalho Neto adquiriu um apartamento direto com construtora. Quando o prédio ficou pronto, ele escolheu transferir a dívida para a Caixa Econômica Federal. “Optei pelo financiamento bancário, pois os juros são bem menores do que a construtora cobra”, afirma. Além de ser a realização de um sonho, o apartamento de três quartos na Barra Funda (SP) é também um investimento, já que em cinco anos ele pretende vender para comprar um maior ou mudar de cidade.
“Tenho dinheiro aplicado e pretendo tirar quase tudo para quitar parte do financiamento já, porque o investimento não está rendendo tanto, a não ser em ações, mas é muito incerto. Pelo que pesquisei, a região está com o melhor custo/beneficio e é uma área que está crescendo bastante, além de ser perto de infraestrutura de transporte. Estou pensando também no retorno que vai me dar”, disse o funcionário público.
De acordo com um estudo da MB Associados, encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a projeção de alta no preço médio do metro quadrado no País até 2015 está entre 50% e 70%, com índice menor para o mercado de luxo.
Isso significaria que a prestação média para um imóvel do segmento econômico passaria de R$ 620 em 2009 (com juros de 9% ao ano) para R$ 1.172 em 2015 (com a mesma taxa), e a renda mínima para o financiamento iria de R$ 2.065 para R$ 3.908 – obedecendo a recomendação de que a parcela não ultrapasse 30% dos rendimentos mensais da família.
“Se não tivermos grandes mudanças econômicas, minha opinião é que esse ciclo de valorização seja de mais cinco a dez anos em função da demanda. Para a geração que está chegando ao mercado, não faz sentido esperar herança de família ou juntar dinheiro para comprar o imóvel. A história de comprar à vista é uma lenda que está caindo por conta do benefício”, afirma Gama, da CrediPronto!.
Até mesmo investidores “puros” adotam o financiamento imobiliário como uma forma de ganhar sem despender um volume grande de dinheiro em uma tacada só. Em imóveis usados, uma reforma pode até dobrar o valor em poucos meses.
“Isto acontece em todos os perfis de imóveis. O investidor paga a parcela mínima e consegue seguir até criar a opção de revenda por um preço maior. Eles têm capacidade financeira para seguir e podem esperar uma oferta mais atrativa. Como a demanda é grande, isso se concretiza na maioria das vezes”, diz Gama.
Dicas
Mesmo com a boa perspectiva do mercado, é preciso analisar muito bem suas condições financeiras, assim como a qualidade da construção, antes de assinar um contrato. “A boa teoria recomenda que as prestações não podem comprometer nada superior a 30% da sua renda. Você tem outros custos inadiáveis e pode correr risco de inadimplência. Além disso, é preciso ver se está tudo legal na propriedade que vai adquirir”, afirma Evaldo Alves, professor de economia da FGV/EASP.
--
tradicional poupança para adquirir o bem no futuro. Mesmo aplicando em investimentos de maior risco e maior potencial de ganhos, a rentabilidade pode não superar a valorização do imóvel – quando você achar que já tem o suficiente para negociar um bom desconto à vista, pode descobrir que a casa custa muito mais do que você juntou.
“Se a pessoa deixa de comprar agora para comprar no futuro, é muito incerto. Pode ter uma valorização grande em cinco anos e o que ele economizou vai pagar uma parte menor do que pagaria agora”, afirma José Dutra Vieira Sobrinho, vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil.
Perspectivas
Entre os motivos que provocaram essa valorização, estão a maior oferta de crédito, com juros mais acessíveis e prazos maiores, escassez de terrenos nos centros urbanos, construtoras capitalizadas com ações na bolsa de valores e maior interesse de investidores no mercado imobiliário, tendo em vista a facilidade para alugar ou revender por conta da grande procura. E ainda há espaço para crescer mais, segundo o vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider.
“Uma pesquisa mostrou que o preço médio de um imóvel no Brasil ainda é metade do que na África do Sul e na China. Estimamos que no Rio essa valorização se mantenha pelo menos até a Olimpíada (em 2016). Ainda tem o déficit habitacional muito grande no País, a economia aquecida, que gera mais renda para a população, e mais gente disposta a investir em imóveis”, afirmou. Outros bairros cariocas tiveram valorizações ainda maiores nos últimos cinco anos (confira tabela abaixo).
Em São Paulo o ritmo de valorização também foi forte. Regiões como Santana, Butantã e Brooklin assistiram a uma escalada de 100% a 235% nos preços dos imóveis em cinco anos, de acordo com levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).
A disparada ocorre não só nas metrópoles, de acordo com Bruno Gama, diretor operacional da CrediPronto!. “São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília são as principais, mas a valorização vem muito forte na maioria das praças, com aumentos entre 10% e 35% ao ano, dependendo é claro da demanda e da oferta”, disse.
Oportunidade
Aproveitando o cenário favorável, o funcionário público federal Francisco de Carvalho Neto adquiriu um apartamento direto com construtora. Quando o prédio ficou pronto, ele escolheu transferir a dívida para a Caixa Econômica Federal. “Optei pelo financiamento bancário, pois os juros são bem menores do que a construtora cobra”, afirma. Além de ser a realização de um sonho, o apartamento de três quartos na Barra Funda (SP) é também um investimento, já que em cinco anos ele pretende vender para comprar um maior ou mudar de cidade.
“Tenho dinheiro aplicado e pretendo tirar quase tudo para quitar parte do financiamento já, porque o investimento não está rendendo tanto, a não ser em ações, mas é muito incerto. Pelo que pesquisei, a região está com o melhor custo/beneficio e é uma área que está crescendo bastante, além de ser perto de infraestrutura de transporte. Estou pensando também no retorno que vai me dar”, disse o funcionário público.
De acordo com um estudo da MB Associados, encomendado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a projeção de alta no preço médio do metro quadrado no País até 2015 está entre 50% e 70%, com índice menor para o mercado de luxo.
Isso significaria que a prestação média para um imóvel do segmento econômico passaria de R$ 620 em 2009 (com juros de 9% ao ano) para R$ 1.172 em 2015 (com a mesma taxa), e a renda mínima para o financiamento iria de R$ 2.065 para R$ 3.908 – obedecendo a recomendação de que a parcela não ultrapasse 30% dos rendimentos mensais da família.
“Se não tivermos grandes mudanças econômicas, minha opinião é que esse ciclo de valorização seja de mais cinco a dez anos em função da demanda. Para a geração que está chegando ao mercado, não faz sentido esperar herança de família ou juntar dinheiro para comprar o imóvel. A história de comprar à vista é uma lenda que está caindo por conta do benefício”, afirma Gama, da CrediPronto!.
Até mesmo investidores “puros” adotam o financiamento imobiliário como uma forma de ganhar sem despender um volume grande de dinheiro em uma tacada só. Em imóveis usados, uma reforma pode até dobrar o valor em poucos meses.
“Isto acontece em todos os perfis de imóveis. O investidor paga a parcela mínima e consegue seguir até criar a opção de revenda por um preço maior. Eles têm capacidade financeira para seguir e podem esperar uma oferta mais atrativa. Como a demanda é grande, isso se concretiza na maioria das vezes”, diz Gama.
Dicas
Mesmo com a boa perspectiva do mercado, é preciso analisar muito bem suas condições financeiras, assim como a qualidade da construção, antes de assinar um contrato. “A boa teoria recomenda que as prestações não podem comprometer nada superior a 30% da sua renda. Você tem outros custos inadiáveis e pode correr risco de inadimplência. Além disso, é preciso ver se está tudo legal na propriedade que vai adquirir”, afirma Evaldo Alves, professor de economia da FGV/EASP.
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Aptos compacto e a nova moda em imóveis
Oportunidade: Compacto é a nova moda em imóveis.
As construtoras trabalham a anos para atender o público que abre mão de espaço, mas não da localização
O compacto está na moda. Pequenos, mas cheios de charme e personalidade, carros e apartamentos de luxo em versão reduzida ganham a cena das grandes cidades. No cíclico e previsível mercado imobiliário, depois das salas comerciais, agora as construtoras apostam nos apartamentos de um e dois dormitórios em regiões nobres. Como nos carros, os imóveis possuem os opcionais de uma versão de luxo e - claro - embutem esses diferenciais no preço.
Segundo incorporadoras e empresas de vendas, o preço do metro quadrado desse tipo de produto oscila entre R$ 7 mil e R$ 11 mil o metro quadrado. O que significa dizer que um apartamento do mesmo tamanho ou até menor que o popular Minha Casa, Minha Vida chega, em média, a R$ 500 mil. "É um produto feito para regiões onde há pessoas jovens e com remuneração muito acima da média", diz o diretor de uma incorporadora , que lançou edifício na Av. Santo Amaro com Av. Jornalista Roberto Marinho a partir de 50 metros quadrados a R$ 9 mil o m2. Itaim, Vila Olímpia, Jardins, Vila Madalena e Pinheiros são os bairros que abrigam os "compactos premium".
Mais da metade dos compradores são investidores. Mas não são os clássicos investidores, tanto que muitos financiam o imóvel e pretendem pagar as prestações com o aluguel. "A lei do inquilinato ajudou muito a deslanchar esse mercado". "Temos empreendimento a mais R$ 9 mil o metro quadrado com o dobro de reservas antes do lançamento".
Mais da metade dos compradores são investidores. Mas não são os clássicos investidores, tanto que muitos financiam o imóvel e pretendem pagar as prestações com o aluguel. "A lei do inquilinato ajudou muito a deslanchar esse mercado". "Temos empreendimento a mais R$ 9 mil o metro quadrado com o dobro de reservas antes do lançamento".
O empresário André abriu, há dois anos, uma incorporadora para fazer exatamente esse tipo de produto. "Me acostumei a trabalhar com problemas de herança e terrenos cheios de problemas", diz. "Gasto boa parte do meu tempo nisso, mas é a matéria-prima desse tipo de imóvel", completa. As grandes empresas não têm o mesmo tempo e disposição para negociar vinte casinhas ao mesmo tempo e, muitas vezes, pagar à vista. No fim do ano passado, sua empresa vendeu em uma semana apartamentos de 43 m2 a R$ 320 mil. Comprou o terreno ao lado e irá fazer um super compacto. Não sabe ainda o preço final, apenas que ficará acima de R$ 9 mil o metro quadrado.
Consulte opções :
Campo Belo
Brooklin
Vila Mascote
Pinheiros
Oscar Freire
região do Aeroporto de Congonhas
Consulte opções :
Campo Belo
Brooklin
Vila Mascote
Pinheiros
Oscar Freire
região do Aeroporto de Congonhas
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Apto Vila Mascote - Últimas únidades
planta com 86m²
- Área do Terreno Escritura
- 1.500,00 m²
- Área do Terreno Real
- 1.461,64 m²
- Zona de uso urbano
- Z3
- N° de Blocos
- 1 Bloco
- N° de Andares
- Térreo + 19 tipos + Ático
- N° de Subsolo
- 3 Subsolos
- Unidades por andar
- Tipo / 4 unidades
- Total de Apartamentos
- 76 Apartamentos
- Garagens por Apartamento
- 2 Vagas por Apartamento
- Garagens Extras
- 1 Vaga
- Total de Garagens
- 154 Vagas
- Vagas para motos
- 11 Vagas
Apto em Santo Amaro - Obras Iniciadas - prox. ao metrô
planta com 101 m²
planta com 124 m²
Incorporação & Construção: Luciano Wertheim
Arquitetura: Ricardo Wertheim
Paisagismo: Benedito Abbud
Projeto de Decoração: Fernanda Marques
Localização: Rua Coronel Luis Barroso, 370 - Alto da Boa Vista
Arquitetura: Ricardo Wertheim
Paisagismo: Benedito Abbud
Projeto de Decoração: Fernanda Marques
Localização: Rua Coronel Luis Barroso, 370 - Alto da Boa Vista
Estilo: Moderno
Área do Terreno: 2.400 m²
N°. de Torres: 1
N°. de Pavimentos: 27 (25 tipo + Cobertura Duplex)
Unidades por andar: 4
Total de Unidades: 104 (sendo 4 coberturas)
N°. de Elevadores: 2 sociais e 1 serviço
N°. de Subsolos: 3
Área do Terreno: 2.400 m²
N°. de Torres: 1
N°. de Pavimentos: 27 (25 tipo + Cobertura Duplex)
Unidades por andar: 4
Total de Unidades: 104 (sendo 4 coberturas)
N°. de Elevadores: 2 sociais e 1 serviço
N°. de Subsolos: 3
Data de Lançamento: Novembro de 2009
Início das Obras: Agosto de 2010
Previsão de Entrega: Outubro de 2012
Início das Obras: Agosto de 2010
Previsão de Entrega: Outubro de 2012
Quadro de Metragens
• 25 Apartamentos Tipo - 124m² - 2 vagas - Final 1
• 25 Apartamentos Tipo - 125m² - 2 vagas - Final 2
• 25 Apartamentos Tipo - 101m² - 2 vagas - Final 3
• 25 Apartamentos Tipo - 100m² - 2 vagas - Final 4
• 2 Coberturas Duplex - 233/234m² - 3 vagas - Finais 1/2
• 2 Coberturas Duplex - 188/189m² - 3 vagas - Finais 3/4
• 25 Apartamentos Tipo - 125m² - 2 vagas - Final 2
• 25 Apartamentos Tipo - 101m² - 2 vagas - Final 3
• 25 Apartamentos Tipo - 100m² - 2 vagas - Final 4
• 2 Coberturas Duplex - 233/234m² - 3 vagas - Finais 1/2
• 2 Coberturas Duplex - 188/189m² - 3 vagas - Finais 3/4
- Apartamentos de 4 ou 3 dormitórios: (1 suite), sala de estar e jantar, banheiro social, lavabo, cozinha com iluminação direta, amplo terraço com churrasqueira (opcional), área de serviço, banheiro de empregada.
- Apartamento de 3 ou 2 dormitórios: (1 suite), sala de estar e jantar, cozinha com iluminação direta, banheiro social, amplo terraço com churrasqueira (opcional), área de serviço, banheiro de empregada.
Térreo
Lobby social de entrada, Piscina com raia coberta e climatizada, Piscina adulto climatizada com deck molhado, Piscina infantil, Solarium, Quadra esportiva coberta, Churrasqueira, Playground para crianças de 0 a 5 anos, Play aventura para crianças de 5 a 10 anos, Redário, Brinquedoteca, Fitness Center, Sauna com ducha e sala de descanso, Espaço água, Espaço Teen com terraço de apoio, Salão de jogos e salão de festas integrados, Espaço fogo, Espaço escultura, Lounge, Portaria com plataforma de acessibilidade, Espaço convivência.
Opcionais
• 46 vagas extras para apartamentos de 124 e 125m² (custo à parte)
• 59 depósitos privativos opcionais nos subsolos (custo à parte)
• As áreas comuns serão entregues equipadas e decoradas com custo à parte
• O terraço poderá ter kit churrasqueira com custo à parte
• Serviço de Personalização com custo à parte.
• 59 depósitos privativos opcionais nos subsolos (custo à parte)
• As áreas comuns serão entregues equipadas e decoradas com custo à parte
• O terraço poderá ter kit churrasqueira com custo à parte
• Serviço de Personalização com custo à parte.
Condições de Valorização
• Extensão da Av. Roberto Marinho até Rodovia dos Imigrantes;
• Futura Linha Lilás do Metrô ligando a Chácara Klabin ao Largo 13 (http://www.expansao.sp.gov.br/metro_linha_lilas.php • A Prefeitura já abriu licitação para prolongamento da Av. Chucri Zaidan a partir dos shoppings Morumbi e Market Place até Av. João Dias;
• Futura Ponte Burle Marx.
(As melhorias previstas constam nos sites da EMURB e do Metro)
• Futura Linha Lilás do Metrô ligando a Chácara Klabin ao Largo 13 (http://www.expansao.sp.gov.br/metro_linha_lilas.php • A Prefeitura já abriu licitação para prolongamento da Av. Chucri Zaidan a partir dos shoppings Morumbi e Market Place até Av. João Dias;
• Futura Ponte Burle Marx.
(As melhorias previstas constam nos sites da EMURB e do Metro)
Algumas Distâncias
• Colégio Praxis: 30 mts
• Colégio XII de Outubro: 428 mts
• Hípica Santo Amaro: 686 mts
• Shopping Boa Vista: 813 mts
• Pq. Severo Gomes: 858 mts
• Fogo de Chão Churrascaria: 1215 mts
• Marginal Pinheiros: 1588 mts
• Embaixada U.S.A.: 2183 mts
• Colégio XII de Outubro: 428 mts
• Hípica Santo Amaro: 686 mts
• Shopping Boa Vista: 813 mts
• Pq. Severo Gomes: 858 mts
• Fogo de Chão Churrascaria: 1215 mts
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Chucri Zaidan - polo comercial de alto padrão de São Paulo
Região da Chucri Zaidan deve virar o principal polo comercial de alto padrão de São Paulo
A construção de dez prédios de escritórios nos próximos anos deve transformar o destino de uma avenida da zona sul de São Paulo
A cidade de São Paulo está prestes a passar por uma transformação urbana. Na zona sul da capital, no entorno da avenida Chucri Zaidan, local onde hoje há centenas de casas modestas, muitos terrenos vazios e dois dos principais shoppings da capital, o Morumbi e o Market Place, estão sendo erguidos seis prédios de escritórios.
Outros quatro empreendimentos já constam dos planos das incorporadoras e devem começar a ser construídos nos próximos meses. E há uma série de projetos planejados para a região, como um impressionante complexo de edifícios comerciais e residenciais previsto para ocupar um terreno de 82 000 metros quadrados que pertenceu à fabricante de bicicletas Monark e hoje pertence à Odebrecht Realizações Imobiliárias.
Quando os edifícios já projetados estiverem prontos — estima-se que as obras devam durar cerca de cinco anos —, essa região da Chucri Zaidan deverá se transformar no principal polo comercial de alto padrão da cidade. Caso tudo corra bem, São Paulo terá, então, sua nova Faria Lima.
Um levantamento exclusivo da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle mostra que haverá 653 000 metros quadrados de escritórios no local até 2016 — uma oferta que, segundo as projeções da consultoria, será 57% maior do que a da avenida Paulista e 25% superior à da avenida Faria Lima, a principal área comercial e financeira de São Paulo hoje.
“Isso vai desafogar um pouco as regiões mais centrais, o que é essencial para a cidade atualmente”, diz Fábio Maceira, presidente da Jones Lang LaSalle.
Movimentos semelhantes costumam ocorrer de tempos em tempos nas principais cidades do mundo. O crescimento da economia leva as empresas a precisar de mais escritórios para expandir suas atividades, e novos polos comerciais surgem em regiões que contam com uma infraestrutura mínima de transporte, lojas e restaurantes — e terrenos ainda vazios.
Em Londres, a revitalização de um porto fez surgir o centro comercial Canary Wharf, onde ficam alguns dos prédios mais modernos da cidade. Em São Paulo, a saturação do centro na década de 70 levou as companhias para a avenida Paulista e, depois, para o entorno das avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Faria Lima — que, agora, estão quase inteiramente ocupadas.
Atualmente, a Faria Lima é a localização comercial mais cara de São Paulo: os aluguéis chegam a custar 200 reais o metro quadrado, mais do que se paga perto da Times Square, em Manhattan.
Aluguéis mais baratos, em torno de 100 reais o metro quadrado, são um dos fatores que têm levado as empresas a se instalar nos escritórios que já existem na Chucri Zaidan — o principal complexo de edifícios é o Rochaverá, que tem três torres já prontas e uma em construção, prevista para ser entregue no começo de 2012.
“Já há dois shoppings e uma infraestrutura razoável na região, com uma estação de trem, além de planos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Pinheiros, o que tem atraído as empresas”, afirma Emílio Fugazza, diretor da incorporadora Eztec, que já lançou dois empreendimentos na área.
Outras incorporadoras com projetos na região são a Multiplan, a Tishman Speyer, a Yuny, a KS Realty e a WTorre Properties, comprada meses atrás pelo banco BTG Pactual.
O risco para os próximos anos é de não haver demanda para tantos espaços novos. Atualmente, faltam imóveis comerciais em São Paulo, que agora apresenta a menor taxa de escritórios vagos da história e uma das menores ofertas desse tipo de imóvel no mundo, segundo um levantamento da consultoria CB Richard Ellis.
É por isso que as incorporadoras correm para erguer novos espaços na zona sul. O problema é o histórico — já houve outros picos de lançamentos de imóveis comerciais na cidade, e eles deram errado.
No início dos anos 2000, quando a procura de escritórios na capital também era maior que a oferta e a economia crescia, as empresas do setor programaram uma série de novos empreendimentos para os anos seguintes, especialmente na região da Faria Lima.
Em 2003, boa parte dos edifícios estava pronta e vazia — segundo a Jones Lang LaSalle, quase metade dos prédios comerciais na Faria Lima não tinha inquilinos nessa época, o que fez os preços dos aluguéis desabar. Isso prejudicou as incorporadoras, mas não deixou de ser uma boa notícia para as empresas que buscavam escritórios.
O mercado levou quatro anos para se recuperar e, hoje, os aluguéis estão em alta. A construção de um novo, e importante, polo comercial na cidade deve alterar novamente o cenário.
A construção de dez prédios de escritórios nos próximos anos deve transformar o destino de uma avenida da zona sul de São Paulo
A cidade de São Paulo está prestes a passar por uma transformação urbana. Na zona sul da capital, no entorno da avenida Chucri Zaidan, local onde hoje há centenas de casas modestas, muitos terrenos vazios e dois dos principais shoppings da capital, o Morumbi e o Market Place, estão sendo erguidos seis prédios de escritórios.
Outros quatro empreendimentos já constam dos planos das incorporadoras e devem começar a ser construídos nos próximos meses. E há uma série de projetos planejados para a região, como um impressionante complexo de edifícios comerciais e residenciais previsto para ocupar um terreno de 82 000 metros quadrados que pertenceu à fabricante de bicicletas Monark e hoje pertence à Odebrecht Realizações Imobiliárias.
Quando os edifícios já projetados estiverem prontos — estima-se que as obras devam durar cerca de cinco anos —, essa região da Chucri Zaidan deverá se transformar no principal polo comercial de alto padrão da cidade. Caso tudo corra bem, São Paulo terá, então, sua nova Faria Lima.
Um levantamento exclusivo da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle mostra que haverá 653 000 metros quadrados de escritórios no local até 2016 — uma oferta que, segundo as projeções da consultoria, será 57% maior do que a da avenida Paulista e 25% superior à da avenida Faria Lima, a principal área comercial e financeira de São Paulo hoje.
“Isso vai desafogar um pouco as regiões mais centrais, o que é essencial para a cidade atualmente”, diz Fábio Maceira, presidente da Jones Lang LaSalle.
Movimentos semelhantes costumam ocorrer de tempos em tempos nas principais cidades do mundo. O crescimento da economia leva as empresas a precisar de mais escritórios para expandir suas atividades, e novos polos comerciais surgem em regiões que contam com uma infraestrutura mínima de transporte, lojas e restaurantes — e terrenos ainda vazios.
Em Londres, a revitalização de um porto fez surgir o centro comercial Canary Wharf, onde ficam alguns dos prédios mais modernos da cidade. Em São Paulo, a saturação do centro na década de 70 levou as companhias para a avenida Paulista e, depois, para o entorno das avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Faria Lima — que, agora, estão quase inteiramente ocupadas.
Atualmente, a Faria Lima é a localização comercial mais cara de São Paulo: os aluguéis chegam a custar 200 reais o metro quadrado, mais do que se paga perto da Times Square, em Manhattan.
Aluguéis mais baratos, em torno de 100 reais o metro quadrado, são um dos fatores que têm levado as empresas a se instalar nos escritórios que já existem na Chucri Zaidan — o principal complexo de edifícios é o Rochaverá, que tem três torres já prontas e uma em construção, prevista para ser entregue no começo de 2012.
“Já há dois shoppings e uma infraestrutura razoável na região, com uma estação de trem, além de planos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Pinheiros, o que tem atraído as empresas”, afirma Emílio Fugazza, diretor da incorporadora Eztec, que já lançou dois empreendimentos na área.
Outras incorporadoras com projetos na região são a Multiplan, a Tishman Speyer, a Yuny, a KS Realty e a WTorre Properties, comprada meses atrás pelo banco BTG Pactual.
O risco para os próximos anos é de não haver demanda para tantos espaços novos. Atualmente, faltam imóveis comerciais em São Paulo, que agora apresenta a menor taxa de escritórios vagos da história e uma das menores ofertas desse tipo de imóvel no mundo, segundo um levantamento da consultoria CB Richard Ellis.
É por isso que as incorporadoras correm para erguer novos espaços na zona sul. O problema é o histórico — já houve outros picos de lançamentos de imóveis comerciais na cidade, e eles deram errado.
No início dos anos 2000, quando a procura de escritórios na capital também era maior que a oferta e a economia crescia, as empresas do setor programaram uma série de novos empreendimentos para os anos seguintes, especialmente na região da Faria Lima.
Em 2003, boa parte dos edifícios estava pronta e vazia — segundo a Jones Lang LaSalle, quase metade dos prédios comerciais na Faria Lima não tinha inquilinos nessa época, o que fez os preços dos aluguéis desabar. Isso prejudicou as incorporadoras, mas não deixou de ser uma boa notícia para as empresas que buscavam escritórios.
O mercado levou quatro anos para se recuperar e, hoje, os aluguéis estão em alta. A construção de um novo, e importante, polo comercial na cidade deve alterar novamente o cenário.
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