terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Studio/ Duplex - Vendo 1 quadra da Paulista




Realização e Incorporação Planik
Projeto Arquitetura Lotfi Magid
Projeto Paisagismo DW Santana
Projeto de Decoração Anastassiadis Arquitetos
Área do Terreno 872, 14 m2
Numero de Torres 1
Numero de Pavimentos 12 Pavimentos
Numero de unidades por
Andar
5 Apartamentos no Tipo e 4 no
Duplex
Numero de Apartamentos 5 Gardens
45 Apartamentos Tipo
4 Coberturas Duplex
Numero de Vagas Gardens e Tipo 1 Vaga
Duplex 2 Vagas
5 Vagas extras
Descrição dos
Apartamentos
5 Gardens de 57 a 73 m2
1 Dorm. Com 40 m2
1 Dorm. Com 45 m2
Duplex 2 suites com 82 m2

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Como chegar ao primeiro milhão

'Clube do Milhão' reúne amigos para fazer fortuna
Publicidade
DE SÃO PAULO
Chegar ao primeiro milhão antes dos 40 anos, conquistar a independência financeira e ainda se divertir. Foi assim que seis amigos juntaram dinheiro há três anos para comprar um apartamento na planta que, de outra forma, teria prestações "pesadas demais" para jovens no início da carreira.
Cresce disputa de bancos por milionários
Organizador informal do "Clube do Milhão", o ex-bancário Matheus Pardi, 32, queria adquirir um apartamento do pai, que constrói prédios em Ribeirão Preto (SP) com o dinheiro dos compradores.
O investimento dura o período de construção, tem altíssima rentabilidade, mas exige que o investidor arque com prestações mensais de pelo menos R$ 5.000, o que era inviável para ele sozinho.
Isadora Brant - 15.jan.12/Folhapress
Grupo de investidores do 'Clube do Milhão', criado há três anos pelos seis que querem se tornar milionários
Pardi chamou então os amigos, que formaram o clube e dividiram o custo.
Cada um se comprometeu a colocar R$ 1.000 por mês no clube por dez anos, período em que teriam pelo menos
R$ 1 milhão cada um -daí o nome "Clube do Milhão".
Além dele, que estudou publicidade, há outros três analistas de sistema (Giovani Rondinoni, Douglas Brizola e Eduardo Dias), um empresário audiovisual (Fabiano Rondinoni) e um jornalista (Danilo Rezende). O grupo se reúne a cada três meses para decidir como e onde investir.
"Cada um tem a sua carreira e a sua vida. Então, escolhemos investimentos que não deem muito trabalho."
Para chegar até lá, a ideia é investir em empreendimentos como o imóvel na planta de Ribeirão, pequenos negócios e máquinas que vendem chicletes e brinquedos, além de fundos de ações.
Do projeto imobiliário inicial, acabaram comprando 30% de uma cobertura do prédio construído pelo pai em Ribeirão, à época avaliada em R$ 550 mil.
O imóvel ficou pronto em dezembro e eles o colocaram à venda por R$ 1,2 milhão.
Quando entrar o dinheiro, devem investir em outros imóveis. Também pretendem abrir uma loja virtual de design, estudam comprar um estacionamento e até caminhões para serem administrados por transportadoras.
O clube é fechado e não permite a entrada de novos membros. Segundo Pardi, aparecem sempre vários interessados. Mas eles não pensam em ampliar a estrutura.
"Para quê? Para ganhar 4% de taxa de administração? Eu teria cem chefes. Qual o rendimento que teria de dar para justificar uma taxa dessa? Não vale a pena."

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mercado Imobiliario - Brasil é o segundo lugar do mundo para os investidores


Brasil é o segundo melhor lugar do mundo para os investidores do mercado imobiliário
Subindo uma posição, o país ultrapassou a China em levantamento mundial. Antes em 26º lugar entre as cidades mais promissoras, São Paulo atingiu a quarta posição

Epóca Negócios Online Notícias / Brasil - 06/01/2012

São Paulo: Antes 26º, agora a cidade é a 4º melhor para se investir em imóveis
No ranking dos melhores países para se investir em imóveis, o Brasil ocupa a segunda posição neste ano – em 2011 o país estava em quarto lugar. Mas a maior surpresa para nós, brasileiros, ficou por conta da cidade de São Paulo, que subiu da 26ª colocação na mesma lista, para o cobiçado 4º lugar.
A avaliação é da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Association of Foreign Investors in Real Estate, Afire), que lançou recentemente seu levantamento anual, com os principais lugares em que seus membros estão mais interessados em comprar imóveis.
Os EUA ainda são o lugar favorito entre os investidores. A China, segunda na lista em 2011, cedeu seu lugar para o Brasil em 2012. De acordo com a pesquisa, conduzida pela Wisconsin School of Business (EUA), os imóveis mais cobiçados neste ano estão nos seguintes países:
1. EUA (1º lugar há várias edições)
2. Brasil (4º lugar no ano passado)
3. China (2º lugar no ano passado)
As principais cidades no mundo para o investimento em 2012 são:
1. Nova York (1º lugar ano passado)
2. Londres (3º lugar no ano passado)
3. Washington, DC (2º lugar no ano passado)
4. São Paulo (26º lugar no ano passado)
5. São Francisco (10º lugar no ano passado)
Brasil
O destaque dado ao Brasil e à São Paulo é compreensível: o mercado interno brasileiro está crescendo incrivelmente. Empresas como a Caterpillar e a Deere estão investindo em operações de manufatura no país para crescer rapidamente no mercado de equipamentos de construção.
A indiana Tata Motors, proprietária das marcas Jaguar e Land Rover, também estaria construindo uma fábrica por aqui com o objetivo de atender à demanda de automóveis e, provavelmente, para evitar mais impostos sobre os carros importados, já que o governo aumentou recentemente a tributação sobre este segmento. Ditto, Nissan Motors e possivelmente a Volkswagen também planejam fazer o mesmo.
Para reportagem da Forbes, a história maior por trás desses números é que os EUA estão levando uma surra por conta das dificuldades internas do Congresso (a dificuldade em aprovar o aumento do teto da dívida americana é um bom exemplo) e da lenta recuperação econômica.
A Afire ressalta em sua pesquisa que os EUA continuam a ocupar a primeira posição em termos de potencial de valorização de imóveis, mas sua vantagem está diminuindo. A diferença que separa os países do primeiro e segundo lugar no ranking deste este ano é de 23,8 pontos percentuais, a menor desde 2000.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

1º lançamento de aptos na Brigadeiro depois de 32 anos


                                                                       STUDIO
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

OFERTA, DEMANDA E PREÇOS DE IMOVEIS FICARÃO EQUILIBRADOS EM 2012

Para especialista, valorização está próxima do limite e tendência é que mercado caminhe para a estabilidade
 O crescimento da renda, do emprego e do crédito descortinou o sonho da casa própria para uma nova parcela da população, gerando um aumento de demanda sem precedentes
São Paulo - A alta nos preços dos imóveis é fruto do momento de prosperidade econômica nacional e da lei que rege o mercado: quanto maior a procura, mais os preços aumentam.
Felizmente, para o consumidor, essa valorização não é infinita: o limite está no bolso, na capacidade de pagamento do próprio cliente e Thomaz Assumpção, diretor da Urban Systems, acredita que o equilíbrio está próximo. Segundo ele, oferta, demanda e preços devem se equilibrar a partir de meados de 2012.

De olho nesses novos consumidores, as grandes construtoras nacionais querem garantir terrenos para continuar lançando empreendimentos e muitas têm dinheiro em caixa para esse fim em função de recente abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
O número de lançamentos cresce e, com a disputa, terrenos bem localizados se valorizam de forma rápida, consequentemente, o preço final do imóvel também sobe.
Em São Paulo, o preço do metro quadrado de área útil praticado em 2006 era de R$ 2.846, valor 32% menor que o projetado para 2011 - R$ 5.103. Para Assumpção, no entanto, a subida nos preços não se sustenta por muito mais tempo, já que os valores altos causados pela procura começam a inviabilizar a demanda que depende de financiamento.

Com a queda na velocidade de venda, as construtoras e incorporadoras contam com menos dinheiro para investir e a taxa interna de retorno cai. Os investidores, responsáveis por boa parte das vendas nos lançamentos, começam a se afastar e o estoque de unidades aumenta.
Por conta disso, o especialista acredita que a tendência, a partir de agora, é que a situação do mercado caminhe para a estabilidade, devendo se equilibrar a partir de meados de 2012.
Fora do Brasil isso já acontece. O mercado imobiliário internacional deverá continuar a derrapar em 2011, ainda que melhoras sutis aconteçam. Nos Estados Unidos, o valor das casas deve cair 2%, metade dos 4% registrados no ano passado. Já no Reino Unido a previsão de valorização é de 3%, valor ainda abaixo do pico de 2007.
Sem risco de bolha imobiliária
A situação por que passa o país não tem as características da bolha imobiliária que aconteceu nos Estados Unidos. Por aqui, o aquecimento do mercado imobiliário deve-se à demanda e ao financiamento, enquanto apenas o segundo fator era relevante por lá, o que levou a dívidas que não puderam ser pagas.
É normal que nesse momento de prosperidade econômica a população se endivide um pouco mais, mas o brasileiro ainda tem poucas dívidas: de 8 a 10% do PIB, contra os 68% registrados dentre o povo americano no meio da bolha. E a taxa de desemprego é baixa no país, o que garante o pagamento dessas dívidas.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Região da Chucri Zaidan deve virar o principal polo comercial de alto padrão de São Paulo




O bairro que você já conhece está mudando e está ficando muito melhor. A revitalização da região está

 acontecendo e está trazendo a melhor união entre modernidade, conforto e qualidade de vida. Veja:

- Retirada de todas das favelas no entorno da Av. Jornalista Roberto Marinho

- Construção e entrega do mais novo cartão postal de SP, a ponte Estaiada

- Expansão da Linha 5 (Lilás) do metrô que foi entregue em 2002 e agora o segundo trecho a ser

 construído deverá atender uma demanda de, aproximadamente, 600 mil passageiros/dia útil e ligará a

 Estação Largo Treze à Estação Santa Cruz (Linha 1-Azul) e à Estação Chácara Klabin (Linha 2-Verde).

 Serão mais 11 estações: Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista, Borba Gato, Brooklin, Campo Belo,

 Ibirapuera, Moema, Servidor, Vila Clementino, Santa Cruz e Chácara Klabin. Serão mais 11,4 km de via a

 serem implantados com previsão de conclusão em 2014

. - Interligação da Água Espraiada com a rodovia Imigrantes.

- Operação Urbana Água Espraiada que prevê a expansão da Av. Chucri Zaidan interligando com a av.

 João Dias e a criação de uma nova ponte sobre a marginal Pinheiros na região do Panamby.

- Obras já em andamento de mais 650.000 m² de novos escritórios e lajes coorporativas na região da

 Berrini, Churcri Zaidan, Chácara Sto. Antônio, trazendo novas empresas para a região, aumentando o

 números de novos funcionários e empresários na região e a demanda por novos imóveis para venda ou

 locação na região do Brooklin nos próximos anos devido a proximidade com essas empresas e ao metrô,

 fazendo com que ocorra valorização dos imóveis e do valor de locação.

Não perca essa oportunidade! Faça parte desse grande sucesso!

Conheça as opções de lançamentos nestas regiões.

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A EUFORIA CONTINUA NOS IMÓVEIS



Casas, apartamentos, escritórios e fundos imobiliários que aplicam em hotéis valorizaram até 62% no último ano
O risco é haver uma desaceleração mais forte da economia, provocada pela piora da crise mundial, o que reduziria a procura por escritórios. “No mercado imobiliário, o setor de escritórios é o mais sensível a um desaquecimento econômico porque as empresas costumam se ajustar rapidamente a mudanças de expectativa”, diz André Rosa, diretor da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle.

Residências
os preços das casas e dos apartamentos nas principais cidades do país subiram, em média, 25% em 12 meses, de acordo com a pesquisa EXAME/Ibope. Foi uma valorização superior à registrada nos 12 meses anteriores, mas números recentes do setor indicam que a alta generalizada de preços pode perder força daqui para a frente.
Em São Paulo — onde fica o bairro que mais valorizou no período, Perdizes —, as vendas de imóveis novos caíram 50% no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2010.
“Quem for aplicar nesse mercado nos próximos meses deve procurar bairros em que haja escassez de terrenos, como Leblon, no Rio de Janeiro, e onde não exista previsão de lançamento de novos condomínios”, diz o economista Luiz Roberto Calado, autor de livros sobre imóveis.
Para correr menos risco
Quem quer correr menos riscos no mercado imobiliário pode optar pelos títulos de renda fixa Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). Ambos são isentos de imposto e é possível investir neles com 10 000 reais, embora haja mais alternativas acima de 100 000 reais.
A LCI aplica em créditos imobiliários e conta com a garantia do banco que emite o título — se algo der errado, a instituição garante o principal e o rendimento. O retorno médio é de 12% ao ano.
O CRI investe em títulos que representam valores que uma empresa tem a receber, como pagamentos de aluguéis. Não há a garantia do banco, mas o rendimento é maior, de 14%. Há CRIs que pagam a variação da inflação mais 8,5% ao ano.

ALUGUÉIS NOVOS TEM ALTA DE 19% EM SÃO PAULO

 

Alta é a maior desde que o Secovi iniciou o levantamento em 2005 

VEJA SÃO PAULO

O preço do aluguel de imóveis novos subiu em média 2,2% em outubro em São Paulo
São Paulo - Os custos de contratos novos de locação na cidade de São Paulo subiram em média 2,2% no mês de outubro em relação a setembro, segundo pesquisa feita pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Considerando os últimos 12 meses, a alta acumulada é 19,66%. Essa é a maior elevação para o período de um ano, desde que a pesquisa começou a ser feita, em janeiro de 2005.
 Para Francisco Virgilio Crestana, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, “isso mostra que não há um estoque suficiente de imóveis para se alugar na cidade, situação que não deve ser revertida em curto prazo”.
O maior índice de aumento foi encontrado nos imóveis com um ou dois quartos, que subiram no mês passado, em média, 3% e 2,5%, respectivamente. Apartamentos e casas de três dormitórios não apresentaram variação em outubro.
Para os contratos de aluguel em andamento, com aniversário em novembro e atualização pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), o reajuste será 6,95%. Esse percentual, segundo o Secovi, demonstra tendência de redução da taxa acumulada do ano.
Entre as modalidades de garantia locatícia, a mais utilizada em outubro foi o fiador, que respondeu por 47,5% dos novos contratos. Em seguida aparece o depósito antecipado de três meses de aluguel, que foi a garantia apresentada em 32% das locações. O seguro-fiança foi responsável por pouco mais de um quinto (20,5%) dos casos.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SÓ 0,8% DOS ESCRITORIOS ESTÃO DESOCUPADOS NA CIDADE DE SÃO PAULO





Ao considerar o mercado de São Paulo - que engloba a cidade de São Paulo mais a região de Alphaville - essa taxa sobe para 3,9%


A região da Berrini possui 4% de vacância, enquanto regiões como Faria Lima, Itaim, Marginal Pinheiros, Paulista e Vila Olímpia têm taxas bem próximas de zero
São Paulo - A cidade de São Paulo alcançou taxa de vacância de 0,8% para escritórios corporativos de classes A e A+, no segundo trimestre do ano. Levantamento da Colliers International Brasil, aponta que o este é o sétimo trimestre consecutivo de queda na capital paulista. Ao considerar o mercado de São Paulo (que engloba a cidade de São Paulo mais a região de Alphaville) essa taxa sobe para 3,9%. Alphaville conta com a maior taxa de vacância, 27,6%, e possui atualmente 50 mil metros quadrados disponíveis.

Em relação à cidade de São Paulo, a região da Berrini, na zona sul, possui 4% de vacância, enquanto regiões como Barra Funda, Chácara Santo Antônio, Faria Lima, Itaim, Marginal Pinheiros, Paulista, Roque Petroni e Vila Olímpia têm taxas bem próximas de zero.
Quando comparada a outros mercados da América Latina e do mundo, a taxa de vacância paulistana aparece como a mais baixa, explicando os altos valores cobrados na cidade. Em Londres, por exemplo, a taxa de vacância de escritórios de alto padrão é de 5,0%; no Rio de Janeiro, de 4,6%; em Hong Kong, de 3,1%; em Genebra, de 2,5%, e Lima, de 2,3%.
A redução da vacância em São Paulo fez com que os valores médios de locação apresentassem um acréscimo de 6,7% em relação ao trimestre anterior. A região da Faria Lima, uma das mais caras da cidade, alcançou a marca de R$ 200,00 o metro quadrado em um de seus empreendimentos. Esse valor só foi registrado no Brasil na região do Leblon, no Rio de Janeiro.
Segundo a pesquisa , entre as dez regiões de escritórios corporativos de classes A e A+ analisadas, metade apresenta valores de locação acima da média do mercado, que é de R$ 111,50 o metro quadrado. São elas: Marginal Pinheiros, Vila Olímpia, Paulista, Itaim e Faria Lima.

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Brooklin
Chacara Santo Antonio
Vila Mariana
Pinheiros
Barra Funda
Paulista
Oscar Freire
Pompeia
Faria Lima
Morumbi
Santo Amaro
Brigadeiro Luiz Antonio
Alphaville

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

1 a 3 Dorm. com Terraço Gourmet ao lado do Shopping Jardim Sul

2 Suites com 2 Vagas mais Deposito ao lado do Parque (Panamby)






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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Cyrela no Brooklin - Studios Inteligentes - Proximo futura estação do metrô

               


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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

1 e 2 dorm " 1 suite" ( 46 e 64 m² ) - metrô Vila Madalena

              
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Caixa securitiza carteira imobiliária

Caixa securitiza carteira imobiliária no valor de R$ 1,5 bi
Banco estatal securitiza contratos de financiamentos originados no FGTS, no total de R$ 1,5 bilhão

Os recursos captados serão utilizados para gerar funding a novos créditos imobiliários
Brasilia - Uma operação de securitização de carteira imobiliária no volume total de R$ 1,5 bilhão está sendo concretizada nesta quinta-feira (20) pela Caixa Econômica Federal, em Brasília. Trata-se da maior operação na modalidade já realizada, lastreada em mais de 30 mil créditos imobiliários concedidos pela Caixa com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e cedidos à Gaia Securitizadora.
Os recursos captados serão utilizados para gerar funding a novos créditos imobiliários, conforme informação do banco estatal. Segundo a Caixa, a operação incentiva o fortalecimento do mercado secundário para crédito imobiliário no país, que tem histórico apenas de mercado primário.
Em 2011, foram recebidas doze propostas de venda de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões. Dessas propostas, foram selecionadas seis - todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil.
As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.
Operações de securitização no FGTS - O Conselho Curador autorizou a Caixa, na condição de Agente Operador do FGTS, a realizar operações de aquisição de CRI, em 2001. O objetivo principal foi incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil.
Para o período de 2002 a 2011, o Conselho Curador alocou R$ 7,03 bilhões para essas operações. Desse montante, R$ 2,84 bilhões foram alocados para o exercício de 2011. Até 2010, foram realizadas vinte operações de aquisição de CRI, que atingiram o total de R$ 130, 6 milhões.

 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Duplex/ Studio/ Loft de 66 a 138 m² - res. - THERA - PINHEIROS


                               
                                                                  
                                   Apartamentos de 66 a 138 m² privativos e unidades duplex




                                                                        Lobby
                                                                          Fitness

                                                                  Lounge  adulto

                                       
                                                              Quadra de squash

Piscina coberta com raia de 25 metros
Sky lounge vista externa
Sky lounge vista interna



                                                       Espaço  gastronomico
      
                                                        Lavanderia coletiva
                                                        Planta do apto de 68 m²


                                             Planta do apto de 90m²

                                    Duplex - 138m² - planta inferior
                                          Duplex planta 138m² - planta superior

                                           O QUE FAZ PARTE DO SEU MUNDO?
Morar perto do trabalho. Ter mais tempo para o que você gosta. Estar próximo a parques, praças e todo o charme da Vila Madalena. Receber os amigos. Trabalhar integrado a um dos principais eixos de negócios do país. Facilitar o seu dia a dia, em casa ou no escritório

Lazer

- Espelhos d’água
- Portaria com pulmão social e de serviços
- Área sob pilotis com bancos
- Lobby com pé-direito duplo
- Lounge Fitness
- Sala de Spinning
- Sala de Yoga/ Pilates
- Lavanderia Vip
- Espaço Convivência
- Salão de Festas (possibilidade de junção com o Espaço Gastronômico)
- Espaço Gastronômico (possibilidade de junção com o Salão de Festas)
- Praça dos aromas com fonte
- Goumet externo
- Praça das flores
- Quadra recreativa (18 x 10m)
- Playground com "casa do tarzan" nas árvores preservadas
- Quadra de Squash
- Piscina coberta com raia de 25 m
- SPA na água
- Deck molhado
- Deck com chaises longue
- Beauty Space
- Fitness
- Espaço luta
- Trilha com equipamentos de ginástica e árvores frutíferas
- Lounges sob copa das árvores preservadas
- Praça das águas com banco sob pergolado
- Praça das frutíferas


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